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September 19 L i n c i a g g i o r a z z i s t a a M i l a n o G u a r d i a m o i n f a c c i a i m a n d a n t i ! S i p u ò m o r i r e a n c h e c o s ì : p r e s i a s p r a n g a t e d a d u e c i t t a d i n i i t a l i a n i c h e t i a c c u s a n o d i a v e r r u b a t o d e i b i s c o t t i , e p o i t i f a n n o f u o r i u r l a n d o t i s p o r c o n e g r o , v i a m m a z z i a m o t u t t i . E A b b a è m o r t o p r o p r i o c o s ì , d o p o e s s e r e s t a t o r i n c o r s o e p r e s o a s p r a n g a t e . E q u e s t o l i n c u b o i n c u i s i r i s v e g l i a l a c i t t à d i M i l a n o , d o p o i m e s i e s t i v i t r a s c o r s i d a l l a c l a s s e p o l i t i c a d e l p a e s e e d e l l a c i t t à a p e n s a r e q u a l i n u o v e n o r m e q u o t i d i a n e i n v e n t a r e p e r f a r s c a t t a r e l a l l a r m e s o c i a l e e i m p o r l o c o n i c o l p i d i s p r a n g a l e g a l i d e l p a c c h e t t o s i c u r e z z a . L i n t e r a c l a s s e p o l i t i c a i t a l i a n a , d i d e s t r a e d i s i n i s t r a , a l s e r v i z i o d i p a d r o n i e p a d r o n c i n i , h a d i c h i a r a t o g u e r r a a d o n n e e u o m i n i i m m i g r a t i : u n a g u e r r a c h e , s u l l o n d a l u n g a d e l l e e m e r g e n z e , i n t r o d u c e i l r e a t o d i c l a n d e s t i n i t à , r e n d e i m p o s s i b i l e l a v i t a p e r g l i / l e i m m i g r a t i / e p r i v i / e d i p e r m e s s o d i s o g g i o r n o , d i s p i e g a l e s e r c i t o n e l l e z o n e a p i ù a l t o t a s s o d i i m m i g r a z i o n e , i m p o n e s c h e d a t u r e e i m p r o n t e d i g i t a l i a i m i n o r i r o m , p e n e d e t e n t i v e e a m m e n d e p e r l a p r o s t i t u z i o n e , t e l e c a m e r e o v u n q u e , r a s t r e l l a m e n t i s u i m e z z i p u b b l i c i , r o n d e p i ù o m e n o p r i v a t e , p o t e r i s p e c i a l i a s i n d a c i e p r e f e t t i , v e r s o u n a t o t a l e d i s c i p l i n a d e i c o m p o r t a m e n t i ( v i e t a t o m a n g i a r e p e r s t r a d a , s e d e r s i s u l l e p a n c h i n e d o p o i l t r a m o n t o , b a c i a r s i i n m a c c h i n a . . . ) c h e t o c c a n o t u t t i . U n v e r o e p r o p r i o d i s p o s i t i v o d i g u e r r a , c h e m i l i t a r i z z a i l t e r r i t o r i o e c o l p i s c e l a p a r t e p i ù p r e c a r i a e r i c a t t a b i l e d e l l a p o p o l a z i o n e , c o n s e g n a n d o l a a l s i s t e m a d e l l e i m p r e s e , p e r e s s e r e u t i l i z z a t a , s u o m a l g r a d o , p e r a b b a s s a r e i l c o s t o g e n e r a l e d e l l a v o r o d i t u t t i . U n d i s p o s i t i v o s o s t e n u t o a p e r t a m e n t e d a q u a s i t u t t i i m a s s - m e d i a , c h e c e r c a n o d i o c c u l t a r e g l i / l e i m m i g r a t i / e m o r t i / e s u i p o s t i d i l a v o r o , l e p r o s t i t u t e i m m i g r a t e u c c i s e o s t u p r a t e s u l l e s t r a d e , l e c o n d i z i o n i d i v i t a d i s u m a n e i n c u i s o n o c o s t r e t t i a v i v e r e i b a m b i n i a c u i s i p r e n d o n o l e i m p r o n t e d i g i t a l i , l e c o n d i z i o n i d i s c h i a v i t ù l a v o r a t i v a d i m o l t i i m m i g r a t i e i m m i g r a t e , i c e n t r i d i d e t e n z i o n e p i e n i d i m i g r a n t i s e q u e s t r a t i d i r e t t a m e n t e s u i p o s t i d i l a v o r o . I l f e r o c e a s s a s s i n i o d i A b d u l o l t r e c h e u n o m i c i d i o d i c h i a r a t a m e n t e r a z z i s t a è a n c h e l i n e v i t a b i l e r i s u l t a t o d i t u t t o c i ò : è p e r q u e s t o c h e d u e c i t t a d i n i i t a l i a n i , p a d r e e f i g l i o , e s p r i m e n d o l a l o r o c o m p l i c i t à c o n q u e s t o s t a t o d i g u e r r a , d a n n o u n l o r o p e r s o n a l e c o n t r i b u t o a l l a s i c u r e z z a d e l p a e s e . R e s p i n g i a m o q u i n d i l e l a c r i m e d i c o c c o d r i l l o d e l v i c e s i n d a c o D e C o r a t o e d e i s u o i c o m p a r i d i g o v e r n o c h e c o n s i d e r i a m o a n z i i v e r i i s t i g a t o r i d e l l o m i c i d i o . A l t e m p o s t e s s o p r e n d i a m o f e r m a m e n t e l e d i s t a n z e d a c o l o r o c h e i e r i , a p p o g g i a n d o i l g o v e r n o P r o d i ( c o s t r u z i o n e d i n u o v i C P T , p a c c h e t t o s i c u r e z z a , e c c ) , h a n n o p r e p a r a t o i l t e r r e n o a l l e d e s t r e e o g g i , s t r u m e n t a l i z z a n d o l a m o r t e d i A b b a , d i c h i a r a n o u n a g u e r r a d i f a c c i a t a a q u e l r a z z i s m o c h e e s s i s t e s s i h a n n o c o n t r i b u i t o a d i f f o n d e r e . C r e d i a m o i n v e c e c h e l o r g a n i z z a z i o n e d a l b a s s o d e l l e l o t t e c o n t r o l o r d i n e d e l l a r e p r e s s i o n e e d e l l o s f r u t t a m e n t o s i a , a n c o r a u n a v o l t a o g g i , i l t e r r e n o s u c u i c o s t r u i r e l u n i t à d i t u t t e l e s f r u t t a t e e g l i s f r u t t a t i . C o n t r o i l r a z z i s m o d i s t a t o c h e p r o d u c e m o s t r i S a b a t o 2 0 s e t t e m b r e , a l l e o r e 1 4 , A p p u n t a m e n t o i n p i a z z a S a n B a b i l a , a f i a n c o d e g l i a m i c i d i A b b a C o m i t a t o A n t i r a z z i s t a M i l a n e s e - " m a i l t o : i n f o @ a n t i r a z z i s t i m i l a n o . o r g " F i p . M i l a n o , 1 9 s e t t e m b r e 2 0 0 8 June 20 AvvisoCarissime/i, l'appuntamento a Genova per le giornate di luglio si avvicina. Il nostro Comitato ha ottenuto dal Comune la disponibilità del Munizioniere di Palazzo Ducale, dove verrà allestita, dallo stesso gruppo che preparò quelle degli anni passati, una mostra che, partendo dall'assassinio di Carlo, affronterà il tema del lavoro, delle morti sul lavoro, della sicurezza svenduta all'egoismo del profitto. La mostra sarà inaugurata martedì 15 luglio e si protrarrà fino al 22 (ma da qualche parte ci stanno già chiedendo di prolungarla di una settimana). Domenica 20, poi, andremo in corteo in piazza Alimonda per ricordare Carlo e gli avvenimenti di quei giorni. La ferma volontà di ottenere giustizia deve spingerci a unire le forze, senza barriere e fraintendimenti, perché solo l'unione di chi si è sentito ferito, umiliato ed offeso dalla soppressione della democrazia che c'è stata in quei giorni - e che continua ad esserci - può far sì che a Genova e nel nostro Paese la verità e la giustizia siano riaffermate. Chiediamo a tutte/i voi la disponibilità ad incontrarci, anche sulla base delle nostre esperienze che portiamo avanti quotidianamente nelle associazioni di cui facciamo parte, per poter unire risorse, mezzi ed idee che contribuiscano a riaffermare valori per noi irrinunciabili. Il Governo italiano (che attualmente è rappresentato dalle stesse persone che governavano nel 2001, persino con qualche peggioramento, e che vuole ancora una volta coprire tutte le responsabilità delle mattanze di Genova) si prepara ad accogliere nuovamente il G8 nel 2009 in Sardegna. Genova e Piazza Alimonda diventano, quindi, una sorta di "passaggio di testimone" dal 2001 al 2009, i luoghi dove le nostre esperienze, il nostro vissuto ed il nostro impegno cominceranno il viaggio verso la Sardegna. Tutte/i insieme faremo in modo che Piazza Alimonda sia la nostra "città aperta", per continuare a gridare, qui, come in Sardegna ed in tutto il mondo "BASTA'". Ognuno/a di noi può fin d'ora contribuire rispondendo affermativamente a questa proposta e inviando questo comunicato ad altri che si riconoscono nei nostri valori, per poterci incontrare il prima possibile. Genova, 17 giugno 2008 il Comitato Piazza Carlo Giuliani Onlus IL BLOG DELL'HUMPTY DUMPTYSegnaliamo che l'humpty dumpty adesso ha un blog
ecco il link:
da svidanija a tutti
Manifestazione contro il razzismo a Milano Ecco le reazioni nei confronti di chi vuole opporsi al clima nazionale di emergenza sicurezza-cacciamoli tutti via, riguardo la manifestazione contro il razzismo di sabato, 14 giugno a Milano Il meeting convocato dal comitato antirazzista milanese per il 13-14 giugno sta provocando reazioni provenienti da tutto l’arcipelago politico istituzionale. Alleanza nazionale, Lega Nord, PD e Casa della Carità si sono unite in un unico coro, cercando di far passare l’evento come una scelta di contrapposizione settaria ad una fantomatica iniziativa contemporanea di gruppi fascisti, invocando l'intervento della questura per vietare il corteo di sabato. Mentre sono ancora in corso le trattative per definire il percorso del corteo nel quartiere, in mattinata si è svolto l’ennesimo blitz delle forze dell’ordine con un controllo a tappeto dentro le oltre 120 abitazioni che compongono i 4 campi del Cimitero Maggiore, con un chiaro intento intimidatorio e di dissuasione a partecipare al meeting. L’operazione è ancora in corso e già si denunciano decine di operai costretti a perdere la giornata di lavoro (se non addirittura il posto), oltre al fatto che alcuni degli abitanti, che si sono opposti verbalmente all’operazione, sono stati immediatamente cacciati dal loro container. Stessa sorte è toccata a una trentina di rumeni abitanti da oltre 10 anni in un piccolo villaggio nei pressi di Corvetto, confermando che l’operazione “dimezziamo gli zingari” “eliminiamo tutti i campi”, targato Salvini-De Corato-Penati, sta già marciando, sulla pelle delle masse povere di Milano. Rinnoviamo e rinforziamo l’appello per una partecipazione di massa al meeting antirazzista del 13-14 giugno. Non lasciamo soli i rom, sosteniamo a gran voce il loro bisogno di sfidare il terrore anche si abbatte quotidianamente su di loro, costruiamo un argine unitario alla deriva securitaria che attraversa l’intera nazione, affermiamo senza tentennamenti la prospettiva di una effettiva unità di classe che si costruisce dal basso, unica possibilità di opporsi efficacemente ai poteri forti dello stato che, come sempre, si ergono a difesa del profitto, dei suoi interessi e del suo ordine mortifero. Venerdì 13 giugno, dalle ore 15, tutti al campo di via Barzaghi Sabato 14 giugno, corteo in quartiere con concentramento in P.le cimitero Maggiore (capolinea tram 14) Comitato antirazzista milanese LUNEDI' 9 GIUGNO MANIFESTAZIONE DEI PRECARI DELL'UNIVERSITA'COMUNICATO STAMPA 5 giugno 2008
L’ OSSERVATORIO CITTADINO sulla PRECARIETA’ esprime la più calda solidarietà con il COMITATO LAVORATORI PRECARI dell’UNIVERSITA’ e appoggia la loro mobilitazione.
L’Osservatorio invita a partecipare alla manifestazione organizzata dal Comitato per Lunedì 9 giugno, ore 9.00 in Piazza della ANNUNZIATA.
COBAS, USI, SIN.BASE, RETE 28 APRILE, MOVIMENTO UMANISTI, SINISTRA CRITICA, MOVIMENTO di PARTECIPAZIONE, COMITATO STUDENTESCO, MOVIMENTO STUDENTESCO, FEEDBACK. ———————– Alla manifestazione aderisce anche il COLLETTIVO HUMPTY DUMPTY. May 23 ASSEMBLEA - DIBATTITO SULLA PRECARIETA' Tutti parlano di precarietà, tutti la citano, tutti la analizzano, tutti la criticano e tutti la vogliono combattere. In Italia, il fenomeno ha trovato le sue prime espressioni a livello legislativo con il pacchetto Treu, portato avanti dal governo di centro –sinistra, per poi essere ulteriormente integrato dai contributi del centro –destra (legge 30) e dell’ormai sepolto governo Prodi (con il Protocollo di Luglio sul Welfare). L’accettazione e l’impulso di tali meccanismi tanto della sinistra (democratica e radicale) quanto della destra è davanti gli occhi di tutti; quello che ha vinto è stato l’interesse della classe dominante a non perdere in competitività e capacità di penetrazione dei mercati rispetto le sue rivali internazionali. Dai rappresentanti politici di tale classe, che altro ci si poteva aspettare?? Tali tendenze rendono ancora più urgente la necessità di un processo di resistenza a queste dinamiche, che via via interesseranno sempre più ampi settori della forza – lavoro, in Italia come nel mondo. Ed è appunto da queste considerazioni che abbiamo deciso di fare nostra questa tematica, inserendola nel processo di ricostruzione di un movimento studentesco autonomo, che in questi mesi sta muovendo i primi passi, e che ci sta contraddistinguendo nell’ambito genovese. Anche nel nostro interesse di futura forza – lavoro salariata abbiamo reputato utile iniziare questo percorso proprio in Università, con un’assemblea – dibattito che metta al centro la tematica della precarietà ed avvii un processo di confronto tra studenti, lavoratori, sindacalismo di base e tutti i soggetti interessati ad un progetto del genere. Un progetto che quindi non deve limitarsi ad un mero spirito accademico, ma che vuole svolgere da subito una fortissima valenza politica, almeno nell’ambito genovese, nello sviluppo, articolazione e organizzazione di conflitto sociale. Questa, dunque, una delle prime iniziative che gli studenti genovesi mettono in campo, davanti all’attacco che le classi dominanti hanno sferrato alla classe lavoratrice, in un’ottica di lotta del nostro oggi universitario per la difesa del nostro domani lavorativo. MARTEDI' 27 MAGGIO h 17 presso Via Balbi, 4 -Aula M- Facoltà di lettere e filosofia Comitato studentesco, Feedback, Movimento studentesco di Genova April 18 Hasta l'uego!Ciao a tutti, volevo rendere noto che noi del collettivo Feedback ci siamo uniti ad un altro gruppo di ragazzi con il quale porteremo avanti in parte quello che avevamo deciso di costruire con 'Feedback' e in aggiunta tematiche e iniziative legate più al sociale e se volete più 'politiche', come avevamo anticipato tempo fa.
Il nostro nuovo gruppo si chiama 'Scintilla', questo è l'indirizzo del sito: www.redscintilla.com
Ai ragazzi che sono venuti sia all'Humty Dumpty e ai ragazzi/e che ci hanno dato una mano nel corso di questi mesi, oltre al nostro ringraziamento, va anche un nostro invito: quello di aiutarci nella nuova avventura (anche con semplici pareri consigli e perchè no, critiche).
Saremo comunque ancora presenti nella nostra facoltà (Scienze politiche) e continueremo ad aggiornare lo spaces.
A questo proposito ricordo a tutti che il collettivo Humpty Dumty (via delle fontane) sta organizzando una serie di iniziative in occasione della visita del Papa a Genova, per ribadire che l'università è un'istituzione laica che rifugge qualsiasi dogma e che favorisce al contrario, lo sviluppo di un senso critico applicabile a tutta la realtà che ci circonda, senza censure o divieti di contestazione (vedi Sapienza). Visto i tempi che corrono ciò non può esser dato per scontato..
Ci si sente!
Lorenzo
March 25 Incontro sul Peru
Incontro sul Peru lettera di uno studente sulla situazione alla Casa dello StudenteSono uno studente, come tanti altri, alloggiato nella casa dello studente di via Asiago. La struttura, cosi come tutte le altre ospitanti studenti vincitori di borsa di studio, viene gestita dall’ex ERSU (Ente Regionale per il diritto allo studio universitario) e adesso nuovo ARSSU (Azienda Regionale per i Servizi Scolastici ed Universitari). Già da prima la situazione nella struttura era abbastanza brutta, ma quest’anno con il passaggio del ERSU da ente a azienda le cose sembrano peggiorate in un modo assurdo. Ci tengo a precisare che l’obbiettivo di questa lettera non è quello di parlare male di nessuno ma di buttare un po’ di luce su quello che per noi studenti di Asiago è la vita di tutti i giorni e farvi riflettere sulla nostra situazione…
Tutti gli alloggiati hanno in possesso una stanza con uso del bagno per cui pagano 150 euro al mese per dodici mesi all’anno, anche se a dicembre sono costretti a lasciare la stanza vuota per tutto il mese. Nelle stanze è vietato l’uso dei frigoriferi di qualsiasi dimensione o di attrezzature per cucinare il proprio cibo. Anche se in alte strutture che ospitano studenti sia a Genova che in altre città Italiane ci sono le cucine da usare in comune, ad Asiago questa possibilità non esiste. L’unica soluzione rimane quella di andare nella mensa che si trova al primo piano della stessa struttura. Questo però comporta vari svantaggi. Prima di tutto i cibi della mensa sono di una varietà ridotta per non parlare poi della scarsa qualità. I ragazzi sono quasi tutti compresi tra i 19 e i 25 anni e hanno una certa necessità di calorie da consumare durante il giorno per non parlare poi di frutta e verdura contenenti vitamine e minerali vari. Il cibo della mensa invece queste cose non le garantisce. La frutta e la verdura non è mai fresca e la loro scelta è abbastanza limitata. Per gli altri cibi vale lo stesso, molte volte per cena si mangiano gli scarti del pranzo o addirittura (sembrano) quelli del giorno prima. Ogni volta che mangio in mensa mi sento di aver mangiato troppo ma mi viene subito fame un paio di ore dopo. E’ normale che questo succeda? Come posso fare a concentrarmi sullo studio, che di per se è molto impegnativo, e dare il massimo se tutto il tempo penso a mangiare o il mio corpo lotta per digerire quello che ha appena mangiato.
Oltre alla scarsa qualità dei cibi la mensa offre un sacco di altri svantaggi. Ogni notte in mensa per poter raggiungere la cassa uno studente deve aspettare in fila circa venti trenta minuti perdendo il tempo utile che potrebbe dedicare a qualcosa di più produttivo come ad esempio studiare per gli esami. In più, siccome la varietà dei cibi diminuisce a pari passo col passare del tempo, non importa se ti metti in fila alle 19 e 30 (che sinceramente mi sembra anche un po’ presto per mangiare) arrivi a scegliere i piatti verso le otto per scoprire che non hai neanche bisogno di sforzarti tanto per scegliere, tanto ne sono rimasti veramente pochi. Invece se per sbaglio ti capita di non arrivare in mensa prima delle 8 e trenta per un motivo o per un’altro allora rimani proprio senza mangiare. La limitazione di mangiare solo in certi orari potrebbe sembrare una cosa piccola ma vi assicuro che non lo è. Se per caso fai qualche attività sportiva, lavori a part time per mantenerti e non essere un peso per i tuoi genitori (anche se a molti questo non darebbe fastidio), segui dei corsi serali di qualsiasi tipo, o per qualsiasi altro motivo, non ce la fai ad arrivare in mensa in tempo sei fregato. La soluzione sarebbe quella di andare a mangiare fuori in una pizzeria o ristorante, cosa quasi sempre economicamente impossibile per uno studente.
Come fa un ragazzo di 19-25 anni a vivere per un anno intero mangiando in mensa due volte al giorno per tutti i giorni con questa qualità dei cibi e questi orari cosi stretti? Io sono veramente curioso di sapere se c’è un dietologo qualificato addetto alla mensa di Asiago…
In più il fatto di non avere un frigo in camera pone ulteriori limiti a noi studenti a cominciare dal fatto di non poter bere un bicchiere di latte in più la mattina al fatto che alcuni di noi hanno bisogno di mantenere delle medicine al freso. E le medicine sono una cosa seria, non puoi lasciarle in temperatura ambiente all’estate quando fuori ci sono 35 gradi e sperare che dopo un po’ di giorni continuino ad andare bene…
Fino all’anno scorso le visite nelle stanze erano permesse fino a mezzanotte, ora in cui gli ospiti erano costretti a lasciare le camere. Quest’anno invece la situazione è cambiata totalmente, ma in peggio. Adesso i ragazzi alloggiati non possono assolutamente ricevere visite in camera, nonostante paghino 150 euro di affitto al mese. La situazione mi sembra assurda, anche in prigione le visite sono consentite in certi orari.
Invece qui da noi se qualcuno viene a visitarti devi portarlo in giro come fanno i senzatetto, non importa se questa persona è tua madre che magari ha fatto più di 1000 chilometri solo per vederti. Molti dei ragazzi sono del sud Italia o addirittura stranieri, quindi abitano lontano dai loro genitori e questa è la loro prima casa per maggior parte dell’anno (se non per tutto l’anno per quelli che vengono da altri continenti). Come si fa a stare un anno intero in un posto dove non ti può venire a visitare ne un amico, ne la tua ragazza (ragazzo) ne tua madre? E se ti ammali chi ti porta le medicine, o sei costretto a farti degli amici dentro la struttura per non morire?
L’ARSSU continua a imporre nuove regole ogni giorno senza preavvisi ne spiegazioni. Il fatto di non poter ospitare persone neanche di giorno tanto per fare un esempio da una cosa solo provvisoria per motivi di sicurezza è diventata tutt’a d’un tratto una cosa definitiva. E l’ARSSU continua a imporre a noi studenti a subire le sue decisioni una dopo l’altra.
Stiamo forse vivendo una dittatura dentro di uno stato democratico come l’Italia? La cosa mi sembra inammissibile.
Siamo sicuri che i giovani che stiamo plasmando saranno in grado di portare l’Italia avanti nel futuro? Perché il futuro appartiene proprio a loro. Sono caratteristiche come la sottomissione, i complessi di inferiorità e della propria insignificanza, la totale mancanza d’indipendenza, il sentimento di povertà e di non avere mai abbastanza quelle che vogliamo per i nostri futuri leader? O che importa il futuro! L’importante è fare gli immediati interessi di qualche piccola azienda da quattro soldi, tanto l’Italia in un modo o nell’altro ce la farà come ce la sempre fatta… Sarebbe stupido cercare di pensare al futuro, pensare che in questo futuro l’Italia potrebbe essere allo stesso livello economico di paesi come il Regno Unito o la Germania… Ma se alle cose non ci si pensa prima, queste non potranno mai succedere. E si comincia da tante piccole cose, tra le quali plasmare i futuri leader nel modo migliore mi sembra una priorità!
Concludo dicendo che quelle menzionate in questa lettera sono solo alcune delle tante sofferenze che un alloggiato della casa dello studente deve sopportare. Per motivi di spazio e per non annoiarvi ulteriormente evito di entrare più in dettaglio o menzionare altri fatti. Comunque, per chi fosse interessato a saper di più lascio la mia mail e vi ricordo che potete venire a trovarci quando volete sia per parlare con noi che per vedere la situazione con i vostri occhi, e se vi sentite veramente coraggiosi mangiare nella nostra mensa almeno per una volta. L’indirizzo della casa è:
Via Asiago 2, CAP 16137, Genova, GE Roald Lengu
rlengu@yahoo.com March 18 feedback aprilesi ricomincia.. partiremo ad aprile con delle iniziative sul Perù, paese da cui vengono molti lavoratori, studenti e ragazzi per vivere nella nostra città. Uno scambio di esperienze, vita vissuta e ricchezza culturale che secondo noi sono valori preziosi, specie di questi tempi.
Abbandoneremo il live spaces per un sito vero e proprio, visto che questo non si presta molto allo scambio di opinioni, e in generale a quello che avevamo intenzione di fare, feedback, appunto.
Questi due mesi, di studio vacanze per i più non sono passati comunque senza aver fatto niente.
Abbiamo iniziato tra noi una discussione sugli effettivi scopi del nostro collettivo, sulla possibilità di conoscere altre realtà studentesche al di fuori del contesto genovese. Soprattutto abbiamo valutato se sia il caso o meno di definire meglio una nostra caratterizzazione politica, che ci potrebbe permettere di esprimerci anche su questioni più sociali e ovviamente politiche, uscendo dal contesto prettemente universitario o scolastico per chi è ancora alle medie superiori.
Abbiamo deciso quindi di darci questa nuova prospettiva, nonostante feedback sia nato come collettivo principalmente apolitico.
Ci saranno presto delle novità, le comunicheremo appena saranno più definite.
Ci si sente!!
COLLETTIVO FEEDBACK |
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